Filed under: Cibo, Europa, Festival, Itália, Meio ambiente/environemment, rencontres, Slow Food | Tags: comida, produtores, produtos, sabor, saude, Slow Food, terra madre, Turin
Back from Terra Madre and Salone del Gusto in Italy, I would like to share some links of some articles, photos and videos that were published this last days.
It was an amazing experience, we talked food, flavours, products, farmers and more than talk, we also tasted. A really melting pot composed by people from 160 country all interested in the same subject: good, clean and fair food.
Glad to be there. See you all in the next Terra Madre!
AFP vidéo : Salon du goût
Time Magazine covers the Eat-In
Terra Madre, The New Woodstock!
Filed under: curtas, Europa, Food, Itália, rencontres, Sardenha, viagem | Tags: almoço, comida, pastores, repas, Sardenha
Viagem organizada e em grupo não é muito a minha praia, mas às vezes é assim que temos a oportunidade de conhecer e provar outras paisagens e sabores. Pois em Nuoro, o almoço com os pastores foi realmente o que toda boa refeição deve ser : comida gostosa, preparada na hora com ingredientes locais, produtos típicos, num lugar agradável e com o prazer de ser divida em grupo, alguns entre amigos, outros apenas com desconhecidos, mas todos com o mesmo prazer de dividir um momento especial. Uma verdadeira refeição Slow Food!
Grazie Fabrizio!
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Filed under: curtas, Europa, Itália, Não sei, road, Sardenha, viagem | Tags: estrada, land rover, montanha, neblina
A Sardenha não é feita so de praia. Na região central, as montanhas são importantes destinos turísticos e lugar de trabalho dos inúmeros pastores que habitam o local. Se antes a vida nas alturas era sinônimo de isolamento e vida rude, hoje a situação é um pouco melhor. Munidos de 4×4 (ou Land Rover se quisermos dar nomes aos bois) pastores sobem e descem quando querem (ou quase isso) e se conectam com o resto do mundo.
Essa facilidade dos transportes também facilita o vai e vem de turistas que se aventuram a 1200 metros de altitude em busca de um vista exuberante sobre a ilha.
Sorte do destino, pude pegar a estrada e acompanhada de uma motorista de primeira (10 anos de subidas e descidas) fui em busca de novas paisagens.
Azar do destino, durante minha passagem o tempo estava mais do que nunca coberto e a neblina nos impedia de ver um palmo à frente do nariz.
Mas o quê importa? Subimos, subimos, subimos… e se no começo a estrada era boa, quanto mais alto se vai, mais estreita fica e menos segurança se tem. A essa altura os dez anos de experiência da motorista faziam diferença, mas não sabia se o melhor era ter a vista coberta pela neblina para esquecer o precipício ao lado ou pensar que as condições climáticas só fariam dificultar ainda mais a subida, e a descida!
De volta sã e salva agradeço a oportunidade, mas amanhã acho que vai dar praia.
Filed under: curtas, Europa, Itália, viagem | Tags: ônibus, Sardenha, transporte público
Acho que quando se viaja sozinho, utilizar os meios de transporte coletivos é o ideal. Ideal para o nosso planeta que já está saturado de emissões de gás carbônico, mas ideal também para se descobrir um pouco mais do país e ter mais contato com os ditos “locais”. E na Itália a experiência não deixa de ser interessante. Aqui encontramos um ônibus com burburinho, “falante”, onde se tem a impressão que todo mundo se conhece e que o motorista é um velho amigo. Me faz lembrar o falatório brasileiro, bem distante dos transportes franceses.
Porém, andar de ônibus na Sardenha não é nada fácil. Haja paciência. Como boa brasiliense, poderia pensar, normal. Afinal, na capital o negócio é bem bagunçado. Mas depois de cinco anos na França, não há como não reclamar. Depois de se acostumar a usar um transporte público de qualidade e eficaz, como não achar ruim quando os horários não estão disponíveis na parada? Como não reclamar que o mapa da linha também não se encontra publicado? Como não achar ruim quando o unico ônibus que passa à tarde não passa? E quando a gente corre para não perder o coletivo, mas parece que foi ele que se perdeu?
Só mesmo vindo à Itália para se dar conta que a herança deixada no nosso Brasil seja talvez maior do que a imaginada. Mas só depois de passar com calma por Portugal poderei ter mais certeza sobre o assunto.












